Muitas pessoas conseguem emagrecer.
O verdadeiro desafio está em manter o peso ao longo do tempo.

Isso acontece porque a obesidade não é apenas um acúmulo de gordura.

Ela provoca adaptações hormonais e metabólicas que fazem o organismo defender um peso mais elevado, mesmo após tentativas repetidas de emagrecimento.

Por isso, o número da balança não explica sozinho o que está acontecendo.

Em alguns casos, mesmo com acompanhamento clínico e mudanças de estilo de vida, o corpo continua favorecendo o reganho de peso.

Nessas situações, a cirurgia bariátrica pode ser considerada como parte do tratamento da obesidade, por atuar nesses mecanismos e ajudar no controle da doença no longo prazo.

Muitas pessoas conseguem emagrecer por um período. O maior desafio é manter o peso ao longo dos anos. E isso não depende apenas de força de vontade.

A obesidade provoca alterações no organismo que favorecem a retenção e a recuperação de peso, como:

  • Mudanças hormonais
  • Adaptação do metabolismo
  • Aumento da fome
  • Redução do gasto energético

A balança não mostra esses mecanismos.

Por isso, focar apenas no número do peso costuma levar a:

  • Ciclos repetidos de emagrecimento e reganho
  • Frustração
  • Dietas cada vez mais restritivas
  • Abandono do tratamento

O problema não é “falta de esforço”

Em alguns casos, mesmo com acompanhamento adequado, o organismo continua defendendo um peso elevado.

Nessas situações, a cirurgia bariátrica pode ser considerada como parte do tratamento, por atuar justamente nesses mecanismos metabólicos.

O controle do peso no longo prazo exige estratégia, ciência e individualização.

A balança é um dado. O tratamento da obesidade é muito mais amplo.

Tratar obesidade é tratar uma doença crônica, com ciência, estratégia e principalmente acompanhamento de perto.

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Dr. Giuliano Campelo
Médico – CRM/MA 4450
Cirurgião Geral – RQE 668
Cirurgião Bariátrico – RQE 2692

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