Muita gente acredita que o tratamento da obesidade termina quando o peso começa a baixar.
Na prática, é justamente aí que o acompanhamento se torna ainda mais importante.
Interromper o tratamento cedo aumenta o risco de reganho de peso e frustração com o processo, porque a obesidade envolve adaptações metabólicas que não desaparecem rapidamente.
Muitas pessoas iniciam um tratamento, veem algum resultado inicial e acreditam que já podem parar. Mas o emagrecimento não é um evento isolado, ele faz parte de um processo contínuo de cuidado com a saude.
Quando o tratamento é interrompido precocemente, o mais comum é: Recuperação do peso perdido, dificuldade maior para emagrecer novamente. Isso acontece porque o organismo tende a voltar ao padrão anterior.
A obesidade altera o metabolismo, os hormônios da fome e da saciedade e os mecanismos de gasto energético. Sem acompanhamento adequado, o corpo reage tentando preservar e recuperar peso.
Além do peso, outros impactos podem surgir:
- Piora do controle glicêmico
- Retorno ou agravamento da hipertensão
- Mais cansaço e limitações físicas
- Frustração emocional com o processo
Por isso, tratar a obesidade não é apenas “emagrecer”. É manter resultados, proteger a saúde e reduzir riscos ao longo do tempo. Constância é tão importante quanto o início.
Cada pessoa tem um caminho diferente. O tratamento precisa ser individualizado, seguro e baseado em ciência. Em alguns casos, mudanças de estilo de vida são suficientes, em outros, podem ser necessárias estratégias médicas mais avançadas.
Cuidar da obesidade é um processo contínuo, individualizado e baseado em ciência – sempre com acompanhamento adequado.
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Dr. Giuliano Campelo
Médico – CRM/MA 4450
Cirurgião Geral – RQE 668
Cirurgião Bariátrico – RQE 2692








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